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Tecnologia Varejo

Simplificar para expandir: maneiras de otimizar as operações no varejo

Como identificar pontos de melhoria para um faturamento mais coerente?

Quem já foi a uma loja e encontrou um produto com preço errado? Isso não é raro acontecer e pode trazer prejuízo ao varejista ou deixar o cliente descontente.

Esse é só um dos problemas recorrentes que impactam diretamente na qualidade, performance e principalmente, nas vendas. Por isso, é uma constante na vida do varejista buscar soluções para otimizar as operações.

E otimização significa criar condições mais favoráveis para o desenvolvimento de algo. É um processo pelo qual se obtém o melhor valor de uma grandeza, conforme o dicionário.

No varejo, tornar o negócio mais eficaz e rentável é um desafio. Há muitas pesquisas que trazem indicações de melhoria contínua. É preciso se reinventar e para isso, existem as inovações tecnológicas que podem estar a favor do bom gerenciamento.

Há serviços que abrangem um largo conjunto de soluções tecnológicas para diferentes necessidades com o fim de implementar estratégias mais eficientes, com um conjunto de funcionalidades que padroniza operações de forma simples, contribuindo com o dia a dia dos colaboradores e atraindo a equipe de gestão para uma visão mais global.

Essa inteligência do mercado ajuda o varejista a otimizar as operações, podendo utilizar celulares e tablets, transmitindo informações sobre o comportamento dos clientes, de que forma eles gastam, incluindo quantidade e dados que contribuem para atrair novos clientes e quais produtos ofertar. Ainda, ajudam a definir o potencial de cada loja e a expandir sua atuação.

De acordo com a analista de marketing, Thais Ribeiro, da Tegra Inovações em TI, essas inovações trazem ganhos e benefícios como a padronização da operação, o aumento da produtividade dos colaboradores, devido à facilidade no fluxo de informações e redução de perdas (avarias, quebras, entre outras), assim como o aumento de vendas e a fidelização dos clientes.

“São muitas as funcionalidades de um sistema desenvolvido para o varejo, para realmente ser um apoio à gestão incluindo operações logísticas, segurança e auditoria e produtividade”, afirma Thais.

Entre os benefícios

. Diminuição de erros na conferência

. Rapidez no recebimento de mercadorias

. Priorização das cargas

. Aplicação automática de regras no recebimento, como validade dos produtos e produtos que estão em desacordo com o pedido

. Endereçamento das áreas das lojas, com localização facilitada

. Movimentação de produtos respeitando a validade dos mesmos

. Elaboração de uma planograma de exposição

. Otimização do espaço físico

. Alinhamento da estratégia comercial com operações

. Rapidez na identificação de etiquetas erradas

. Integração com impressão de forma automática

. Diminuição de perdas

. Aumento nas vendas

. Reposição de produtos de forma priorizada para se evitar rupturas

. Em inventário, identificação de quebras, rapidez na contagem, permite contagem paralela de um mesmo produto, inventário rotativo com a loja aberta.

. Em relação à movimentação interna: há gestão nos tipos de movimentação e auditoria de responsáveis por autorizar as movimentações.

A mobilidade a serviço de melhores resultados

Toda essa melhoria, claramente, resulta em qualidade de serviço ao cliente e consumidor satisfeito, podendo se tornar um “evangelizador” ao indicar a loja aos outros.

Conforme o indicador Nielsen, de setembro de 2016, a projeção de aumento de produtividade alcançada após a implantação da solução da ‘Go Varejo’, da Tegra Inovações em TI, foi a seguinte:

Média do mercado Com o GO

Produtos em ruptura de exposição 17% 4%

Produtos vencidos na gôndola 15% 0%

Etiquetas de preços incorretas na loja 21% 1%

Eficiência de mix de produtos 13% 42%

Das gôndolas à mobilidade

Para não perder qualidade de atendimento é preciso valorizar também o promotor da indústria, que tem papel fundamental na organização dos produtos nas gôndolas.

O que todo varejista espera da tarefa desse profissional é aumento de produtividade na reposição, fácil acesso à indústria para comunicá-la se os serviços não forem bem feitos e a segurança de contar com um profissional capacitado.

Outra questão atual é o acesso online de produtos por parte da equipe de piso da loja, ue garante maior agilidade em responder aos clientes com informações precisas. Além disso, a mobilidade possibilita também o gestor acompanhar os principais indicadores na palma das mãos. É uma facilidade que eleva a eficiência, tendo fácil acesso aos dados da loja, como vendas, quebras, recebimentos etc.

Ganhar tempo e cortar custos operacionais em tempos de crise e de mercado acirrado com o aumento de exigência por parte do consumidor é como ter a cereja do bolo nas mãos.

O especialista em tendências do varejo de moda, em entrevista ao Sistema de Inteligência de Mercado, Haroldo Monteiro, afirma que “com a atual competitividade do mercado e o e-commerce, que vem ganhando força, tirando as vendas das tradicionais varejistas, uma administração de custos deve ser implementada e seguida à risca. Porém, o gestor deve estar atento ao próprio “tiro no pé”, ou seja, cortar despesas que poderiam gerar receitas futuras para a empresa. Portanto, a dica é cortar custos com criatividade. O gestor deve analisar a situação e criar novas ferramentas de trabalho, investir no treinamento de sua equipe, usar novos recursos tecnológicos.”

Confira abaixo 10 práticas para acelerar a rentabilidade

De acordo com o especialista em negócios digitais, em entrevista ao Boletim Sebrae, como Paulo Brugugnoli, o comércio tradicional tem vida longa, mas para manter a rentabilidade em altas, em períodos de esfriamento da demanda ou de crise boas práticas devem ser seguidas.

1. Sortimentos orientados ao cliente – quanto mais preciso for o sortimento de produtos oferecidos aos clientes de cada loja, mais otimizado poderá ser o volume de estoque a ser mantido em cada localidade, que leva a maior venda por metro quadrado, além de uma melhor experiência do cliente;

2. Suprimento inteligente – ser capaz de prever demandas e evitar rupturas através de uma logística ágil, inteligente e distribuída;

3. Lojas mais produtivas – Por intermédio da gestão efetiva da força de trabalho, de novos formatos de lojas e da utilização das novas tecnologias digitais, os varejistas conseguem ganhos expressivos de produtividade e de aumento de vendas;

4. Gerenciamento distribuído de pedidos – por meio de novos processos suportados fortemente por tecnologia os varejistas irão buscar reduções significativas no estoque das lojas sem que isto reduza sua capacidade de atender completamente a demanda de cada cliente;

5. Core & more – antes de mais nada o varejo deve colocar foco no seu core business sem nunca deixar de lado a necessidade contínua de evolução e inovação de seu negócio, para se manter à frente em seu segmento;

6. Simplicidade e sofisticação – deve-se buscar processos cada vez mais simples na loja, no relacionamento e no atendimento das necessidades dos clientes; para tanto, serão necessários processos sofisticados na retaguarda para garantir maior rentabilidade e eficiência do negócio;

7. Ícones e inovação – manter os ícones atuais é fundamental uma vez que estes produtos e marcas definem a identidade do varejo e sobretudo, sua relação com os clientes; não obstante é necessário manter um processo contínuo de inovação com a incorporação de novos produtos e marcas adequadas aos novos consumidores e às demandas do mundo moderno;

8. Acessibilidade e aspiração – por um lado os produtos e marcas se tornam acessíveis a um grupo cada vez maior de consumidores, sobretudo no Brasil com o aumento do poder de compra da classe C. Fazer com que estes produtos e marcas sejam aspiracionais para esta população é um grande desafio, mas aqueles varejistas que conseguirem fazê-lo irão capturar uma fatia importante do novo mercado;

9. Atender e superar as expectativas – é fundamental que antes de mais nada o varejista deva atender as expectativas de seus clientes; entretanto, não é suficiente atender as expectativas para transformar o cliente em um verdadeiro fã capaz de advogar por seus produtos e marcas; é necessário surpreender o cliente todo o tempo;

10. Ter um website funcional e atrativo é fundamental – Webrooming é muito mais utilizado e efetivo nas compras do que showrooming. Neste contexto, um website funcional, com informações precisar é fundamental para uma experiência de compra entusiasmante e marcante!